MAIS JEAN GARRETT AQUIALI e ACOLÁ.


ARTE CONCEITUAL - GUARDIÃO DO UNIVERSO

No momento em que você estiver assistindo Mel Gibson chutar bundas em Fim da Escuridão, o seu diretor, Martin Campbell, estará muito ocupado preparando Green Lantern, aventura baseada no herói espacial da DC Comics, e o primeiro passo na tentativa da Warner/DC  de concorrer com as futuras produções da Marvel Studios. Não faz muito tempo, George Miller tentou fazer um filme sobre a Liga da Justiça, mas este se mostrou tão grandioso quanto complicado e acabou sendo deixado de lado. Agora com os vindouros filmes do Capitão América, do Thor e dos Vingadores, a direção da Warner ressuscitou projetos antigos, como os live-actions da Mulher Maravilha e do Flash, que terão como seu consultor criativo o roteirista Geoff Johns, principal roteirista da DC e responsável por fazer do personagem Lanterna Verde um enorme sucesso de vendas, atrás apenas do Superman e do Batman.

ARTE CONCEITUAL - ABIN SUR E TOMAR RE

Como nada se fala a respeito do próximo filme do Batman e com o imbróglio judicial envolvendo os direitos do Superman e dos herdeiros de Joe Shuster e de Jerry Siegel, a Warner decidiu por melhor apostar em outros personagens, a começar agora pelo Lanterna Verde. Desde que o personagem de Hal Jordan foi revitalizado por Geoff Johns na mini-série Lanterna Verde: Renascimento, a Tropa dos Lanternas Verdes assumiu uma importante posição dentro do Universo DC, com Johns continuando a história com as sagas Sinestro Corps War (com o surgimento da Tropa Amarela) e Blackest Night, mostrando a ameaça dos letais Lanternas Negros (na verdade os cadáveres reanimados de heróis e vilões falecidos anteriormente).

O filme de Martin Campbell não vai economizar no orçamento, uma vez que boa parte da trama se passará no espaço, mais precisamente no planeta Oa, lar dos Guardiões do Universo e a base do poder da Tropa Lanterna. Ryan Reynolds – o sortudo que divide os lençóis com a Scarlett Johansson - foi escalado para ser Hal Jordan, enquanto Mark Strong é o mais cotado para assumir o papel de Sinestro, que a princípio, não será o vilão desta primeira aventura. Se os roteiristas e produtores não estragarem tudo, terão em suas mãos uma franquia de sucesso, com diversos personagens e a possibilidade de muitas sequências. 

OS VILÕES DA SAGA SINESTRO CORPS WAR: SINESTRO E A SUA TROPA DE LANTERNAS AMARELOS, PARALLAX, SUPERBOY PRIME, SUPERCIBORGUE, CAÇADORES CÓSMICOS E O ANTI-MONITOR (!!!). OS HERÓIS DO UNIVERSO DC QUE SE CUIDEM.

Depois de duas décadas aguentando bobagens produzidas por Hollywood, é bom ver que finalmente estão aprendendo como tratar os super-heróis Marvel e da DC, com muito mais planejamento e viabilizando todo o potencial dos personagens. Até 10 anos atrás, um filme do Capitão América passado na 2ª Guerra Mundial ou do Thor ambientado em Asgard não passava de um devaneio de fã de quadrinhos, o que dizer de um live-action do Lanterna Verde com um orçamento estimado em 150 milhões de dólares. Muito obrigado Sam Raimi, Bryan Singer e outros salafrários menos cotados por absolutamente nada. A terceira onda dos filmes de super-heróis começou com Cavaleiro das Trevas e Homem de Ferro, e será esta que vai valer.


Ao longo de todo o mês de fevereiro, segue em cartaz na Cinemateca Brasileira a mostra VERÃO DE CLÁSSICOS, que aproveita o período de férias escolares e universitárias para exibir em película uma seleção extremamente diversificada de filmes cultuados, raridades e clássicos do cinema.

CINEMATECA BRASILEIRA
Largo Senador Raul Cardoso, 207
próxima ao Metrô Vila Mariana
Outras informações: (11) 3512-6111 (ramal 215)
Ingressos: R$ 8,00 (inteira) / R$ 4,00 (meia-entrada)
Atenção: estudantes do Ensino Fundamental e Médio de escolas públicas têm direito à entrada gratuita mediante a apresentação da carteirinha.

http://www.cinemateca.gov.br/programacao.php?id=71

 

Atrás da Porta Verde (Behind the Green Door), de Artie Mitchell e Jim Mitchell
EUA, 1972, 35mm, cor, 72’ | Legendas em português
Marilyn Chambers, George S. MacDonald, Johnny Keyes, Lisa Grant, Yank Levine, Dana Fuller, Ben Davidson
Jovem tímida é seqüestrada e levada a um estranho “club privé” onde se submete a todo tipo de práticas sexuais. ‘Cult movie’ de sexo explícito que é considerado um dos mais bem-sucedidos e cultuados do genêro, além de ter sido o primeiro a levar em conta a audiência feminina. Foi produzido num momento – o início dos anos 1970 – em que o cinema pornográfico buscava uma estética mais apurada, dando origem a obras que tentavam combinar erotismo e sofisticação, como Garganta Profunda e O Diabo na Carne de Miss Jones. Dentre todos estes, Atrás da Porta Verde é comumente apontado como o ‘mais artístico’ e chegou a influenciar diretores fora do gênero, como o mestre Stanley Kubrick – que teria buscado neste filme algumas referências para cenas de sua derradeira obra-prima, De Olhos Bem Fechados.
Classificação indicativa: 18 anos
qua 10 – 21h30 | dom 14 – 21h30 | qui 25 – 21h00
 
O Demônio (Il Demonio), de Brunello Rondi
Itália/França, 1963, 35mm, pb, 93’ | Legendas em português
Daliah Lavi, Frank Wolff, Anna María Aveta, Tiziana Casetti, Dario Dolci, Franca Mazzoni, María Teresa Orsini
Num pequeno vilarejo rural italiano, uma jovem de modos rebeldes é acusada de possessão demoníaca e passa a enfrentar a fúria dos seus concidadãos. Terror psicológico praticamente desconhecido do grande público, o filme é uma espécie de precursor de O Exorcista, antecipando, inclusive, o famoso andar de estilo aracnídeo da personagem endemoniada. Intérprete da protagonista, a atriz Daliah Lavi ficaria famosa por outro clássico do gênero, The Whip and the Body, do Mario Bava.
Classificação indicativa: 16 anos
dom 21 – 21h00 | sáb 27 – 19h00
 


No Abras Nunca Esa Porta (Carlos Hugo Christensen, 1952)

Carlos Primati discute Carlos Hugo Christensen em seu blog :

Cineasta nascido na Argentina e radicado no Brasil durante mais de 40 anos, Carlos Hugo Christensen começou a carreira em seu país natal em 1939. Fez cerca de 50 longas até 1996, quando realizou o raro A Casa de Açúcar, não exibido no Brasil. Sua obra se caracteriza por temas como a chegada da adolescência e o amadurecimento, reencontros e a tentativa de se resgatar um passado romântico por meio de reminiscências perdidas no tempo. Passou por Chile (La Dama de la Muerte, 1946), Venezuela (El Demonio És un Ángel, 1950) e Peru (Armiño Negro, 1953) antes de começar a filmar no Brasil, em 1955, onde chegou inclusive a dirigir um filme sobre Pelé. Dentro do gênero horror, suas mais notórias contribuições foram os filmes brasileiros Enigma para Demônios e A Mulher do Desejo (a.k.a. A Casa das Sombras), ambos de 1975, com roteiros do próprio Christensen e de Orígenes Lessa inspirados em obras de Carlos Drummond de Andrade, Nathaniel Hawthorne e Samuel Taylor Coleridge. O cineasta já demonstrara interesse pelo gênero durante seu período itinerante pela América do Sul, quando flertou com o suspense sombrio, o conto policial e com diferentes estilos de narrativas de horror em vários filmes. Finalmente consegui localizar sete destas obras e enfim pude conferir sua inequívoca vocação para filmar tramas sinistras e tensas.

Curiosamente, estas realizações de Christensen que beiram o horror são justamente do período no qual o gênero estava desprestigiado e ameaçado de extinção tanto nos Estados Unidos quanto na Europa, entre o pós-guerra e o início da era nuclear (1946-1952). É uma época de poucas e esparsas realizações dentro do gênero, o que torna as obras de Christensen ainda mais relevantes e históricas. (…)

Carlos Hugo Christensen: filmografia de horror e suspense (1946-1949)

Carlos Hugo Christensen: filmografia de horror e suspense (1952)

 

“O Christensen é um diretor hoje esquecido por algumas razões: era um argentino “desterrado” no Brasil, não deixou herdeiros para cuidarem do seu espólio, teve uma carreira de qualidade irregular e nunca se ligou ao espírito “autoral” que dominou a crítica e os cineastas brasileiros na época em que ele viveu no país. Vamos torcer e trabalhar para um resgate decente da memória desse cineasta que, se não fosse por mais nada, pelo menos foi um dos que tratou o horror com respeito por aqui …” 

- Laura Cánepa



Na primeira quarta-feira de fevereiro, dia 03, a Sessão do Comodoro exibirá um filme inédito no Brasil, O HOMEM, A MULHER E A BESTA (Spell – Dolce Mattatoio), de Alberto Cavallone, produção italiana de 1977, com legendas em português. A sessão começa as 21:30, no CineSesc, e as senhas gratuitas estarão disponíveis a partir das 21:00 horas na bilheteria do cinema.

Sinopse : Numa pequena cidade da Itália, a população prepara-se para a festa de seu padroeiro. Enquanto crianças se divertem vendendo desenhos de santos, os mais velhos vão revelando suas fraquezas, sonhos, frustrações, taras e loucuras.

Comentário de Carlos Reichenbach : O filme já foi definido como um painel humano e anárquico de Buñuel com os preceitos da “arte povera” de Pasolini. Acrescente-se a esta mistura uma certa dose do erotismo peninsular da época. Como afirmam os críticos italianos as fontes deste e dos outros filmes de Cavallone são detectáveis: Bataille, Lautréamont, De Sade, Max Ernst, Borowczyk, Makavejev e – mais nítidamente – Luis Buñuel e Pier Paolo Pasolini. Não seria absurdo enxergar Cavallone como um Humberto Mauro ou Ozualdo Candeias da Itália. Seus filmes foram feitos com equipe pequena, dinheiro contado e geralmente rodados na própria cidade onde morava: Castelnuovo di Porto. Alberto Cavallone (28 agosto de 1938 – 12 novembro de 1997) foi atacado por seus críticos mais ferozes como “um talento indisciplinado e autodestrutivo”. Críticas como esta valem mais que qualquer elogio…

Há um excelente ensaio (em inglês) sobre o cinema de Alberto Cavallone neste endereço: http://esotikafilm.com/articles/cavallone.html



 

Um Homem Sério (A Serious Man – Ethan Coen e Joel Coen, 2009)

 

A Estrada (The Road – John Hillcoat, 2009)

 

Homens que Encaravam Cabras (The Men Who Stare At Goats – Grant Heslov, 2009)

 

Chéri (Stephen Frears, 2009)

O Fim da Escuridão (Edge of Darkness – Martin Campbell, 2010)

Invictus (Clint Eastwood, 2009)

O Livro de Eli (The Book of Eli – Albert Hughes e Allen Hughes, 2010)

W. (Oliver Stone, 2008)

 

Às Margens de um Crime (In the Electric Mist – Bertrand Tavernier, 2009)

Beaufort (Joseph Cedar, 2007)

Entre Irmãos (Brothers – Jim Sheridan, 2009)

Milagre em Santa Anna (Miracle at St. Anna – Spike Lee, 2008)

Nightmare Detective 2 (Akumu Tantei 2 – Shinya Tsukamoto, 2009)

A Onda (Die Welle – Dennis Gansel, 2008)

Sherlock Holmes (Guy Ritchie, 2009)

 

Amor Sem Escalas (Up in the Air – Jason Reitman, 2009)

Informers - Geração Perdida (The Informers – Gregor Jordan, 2008)

O Menino Peixe (El Niño Pez – Lucía Puenzo, 2009)

Nymph (Nang Mai – Pen-Ek Ratanaruang, 2009)

Um Olhar do Paraíso (The Lovely Bones – Peter Jackson, 2009)


“Suspiria and Deep Red are the most pure horror films on this list. The other films I’ve named have a lot to say about basic human values, and the things that bring about evil. These two films are just finely tuned machines to scare the hell out of you. And they do. They are the classic blood-spattered slasher films that have been imitated, copied, and remade without credit. They’re strictly in the realm of fantasy, but Argento, being the great living master of horror, is so talented that they’ll scare anyone who sees them.” - William Friedkin

 

VEJA AQUI O RESTANTE DA SELEÇÃO DE FRIEDKIN


PRATICAMENTE UM GALÃ DE FOTONOVELA


O primeiro grande filme de 2010. Se o Todo Poderoso não existia em Onde os Fracos Não Têm Vez, ele se faz muito presente em Um Homem Sério. É um Deus vingativo. Um Deus do Velho Testamento. Rubens Ewald Filho achou o filme horroroso. De fato é uma obra de qualidade, e que pode ser apreciada tanto por judeus quanto por góis.

Mas não por uma gossip girl que se passa por crítico de cinema.

 

A imagem e o título do post foram surrupiados do blog Churrasco na Laje.






Um dos desenhos mais relembrados e queridos pela turma que já passou dos 30 anos, A Princesa e o Cavaleiro (Ribbon no Kishi) foi criação do mestre Osamu Tezuka. O mangá foi publicado entre 1953 e 1956, enquanto que a série animada composta de 52 episódios seria exibida na televisão japonesa a partir de 1967. Considerado o primeiro anime pertencente ao gênero shojo (para meninas), chegou aqui no Brasil em 1973, através da Rede Record de São Paulo.

No reino medieval da Terra da Prata ditam as regras que somente um homem poderá herdar o trono. A chegada de uma menina fará com que o Príncipe Plástico, filho do maligno Duque de Duralumínio, assuma o poder absoluto. Para evitar a tragédia, a pequena Safiri é apresentada aos súditos como sendo um menino. Complicando mais as coisas, surge o anjo Ching que, por uma travessura, entrega à Safiri dois corações (um masculino e um feminino). Criada desde a infância como um homem, o Principe torna-se um exímio espadachim. Sua porção digamos, mais delicada, aparece quando brinca com os animais na floresta ou se encontra com o Príncipe Franz do Reino do Ouro, que também desconhece a verdadeira identidade da Princesa Safiri. Famoso por popularizar os mangás e criar um sem número de personagens clássicos (Kimba, Astro Boy, Black Jack, Don Drácula, etc), Osamu Tezuka também era conhecido por utilizar temas adultos e controversos em várias de suas obras, como no polêmico Kureopatora, o primeiro anime erótico japonês, produzido em 1970.

Chama a atenção em A Princesa e o Cavaleiro que alguns personagens ou lugares associados ao bem tenham nomes de pedras ou metais preciosos (Safiri, Opal, Reino da Prata), enquanto os antagonistas possuíam nomenclatura relacionada com ligas artificiais (Duque de Duralumínio, Sr. Nylon, Príncipe Plástico). Alguns episódios do desenho se destacaram, como o que mostrava criaturas que comiam as sombras das crianças ou o desafio de Safiri que precisava vencer três monstros para salvar a sua mãe, envenenada por engano. Em outra ocasião, a Princesa era amaldiçoada por uma deusa por se considerar mais bonita. Igualmente empolgante foi o sacrifício do casal de vilões Satan e Madame Inferno para salvar sua filha Heckett. Nos capítulos finais entrava em cena o exército da Unidade X, liderado pelo poderoso Homem de Ferro.



 

Alexandre Aja vem provando ser um cineasta muito irregular: um filme ótimo (Alta Tensão), um bom (Viagem Maldita) e dois bem fracos (Furia e Espelhos do Medo). Este Piranha 3D promete grande diversão num ano que ficará marcado por remakes  e o retorno de velhos conhecidos (Romero, Dante, Craven, Carpenter e Landis).


Cherry Bomb

23jan10


Mad Mel avisou

23jan10

A respeito do seu filme de vikings :

“I think it’s going to be in the English that would have been spoken back then, and Old Norse. Whatever the 9th century had to offer. I’m going to give you real. I want to see somebody who I have never seen before speaking low, guttural German and scaring the living shit out of me. What would that have been like?”


Por César Almeida

Gênios ou loucos? Aproveitadores ou revolucionários? Conheça a história de homens e mulheres que não desfilaram pelos tapetes vermelhos de Hollywood. Personagens que escreveram a história do cinema por linhas tortas, pavimentando o caminho para as grandes produções. Nomes como Roger Corman, Russ Meyer, Mario Bava, Terence Fisher e Jess Franco, que abriram passagens, quebraram tabus e tornaram-se mitos, influenciando até hoje cineastas da estirpe de Tim Burton e Quentin Tarantino.

O Cemitério perdido dos Filmes B traça um panorama do Cinema de baixo orçamento através das resenhas de 120 produções de diversos gêneros. Um retrato honesto e divertido dos heróis não celebrados da Sétima Arte.

HAMMER HORROR, GIALLO, POLIZIESCO, NAZI-EXPLOITATION, BLAXPLOITATION, SPAGHETTI WESTERN, SCI-FI…

Tudo isso e muito mais, em breve no Cemitério perdido dos Filmes B. À venda a partir do dia 3 de Fevereiro de 2010 através do e-mail sartanawest@ig.com.br. Nas melhores livrarias do Brasil em Março.

Preço promocional de venda por e-mail: R$ 22,00 (+ envio)

ISBN: 978-85-7961-040-0
TÍTULO: CEMITÉRIO PERDIDO DOS FILMES B
AUTOR: CÉSAR ALMEIDA
EDIÇÃO: 1
LOCAL DE EDIÇÃO: RIO DE JANEIRO
PÁGINAS: 294
EDITORA: MULTIFOCO

César Augusto Oliveira de Almeida nasceu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, no ano de 1980. Em 2008 participou do livro “68 – História e Cinema” (EST Edições) com um artigo sobre o filme “A noite dos mortos vivos”, escrito em parceria com o especialista em História Contemporânea Paulo Guadagnin. Atua também na ficção, tendo contos publicados nas antologias “Dias contados – Contos sobre o fim do mundo” (Andross Editora) e “Draculea – O livro secreto dos vampiros” (All Print Editora). Você pode conhecer os trabalhos de César Almeida visitando seus blogs B Movie Box Car Blues, e Sono da Razão.

http://bmovieblues.blogspot.com/
http://sonorazao.blogspot.com/



 

MARC WEBB FOI OFICIALMENTE ESCOLHIDO COMO O DIRETOR DA NOVA AVENTURA DO CABEÇA DE TEIA. AS FILMAGENS DEVEM COMEÇAR AINDA NESTE ANO.


CALVIN E O CORONEL

OS CARETAS

FAMÍLIA TRO-LO-LÓ

GÊNIO MALUCO

HONEY HONEY

YOGI E MINI-POLEGAR

PAPAI SABE-NADA

SAPULA PULA

SHADOW BOY

OS TREMENDÕES


A PRINCESS OF MARS - FRANK FRAZETTA

Criado pelo escritor Edgar Rice Burroughs na década de 1910, John Carter é um dos personagens principais da série marciana, composta por 11 romances. Apresentado como um veterano da Guerra da Secessão, Carter tem a capacidade de projetar sua consciência para um novo corpo no planeta Marte - e que graças a gravidade baixa, descobre ter uma força considerável. Os seus maiores aliados são a princesa Dheja Thoris (sempre caracterizada vestindo trajes menores) e Tars Tarkas, da raça dos marcianos verdes, seres de quatro braços e três metros de altura. John Carter foi o primeiro grande herói da ficção científica e toda a influência da obra de Burroughs continua até os dias de hoje, como pode ser atestada em Avatar de James Cameron. As tentativas de levar os romances para o cinema vem ocorrendo desde a década de 1930, quando Robert Clampett (um dos maiores animadores da Warner Bros.) chegou a realizar algumas breves sequências. Nas últimos tempos o projeto foi considerado por vários cineastas como Robert Rodriguez e John McTiernam, até Andrew Stanton (de Wall-E) assumir a tarefa de levar as aventuras de John Carter às telas com um elenco interessante : Taylor Kitsch (John Carter), Lynn Collins (Dheja Thoris), Willem Dafoe (Tars Tarkas), Mark Strong, Thomas Haden Church, Samantha Morton e Ciaran Hinds. As filmagens de A Princess of Mars começaram no último dia 16.


 

Contrariando as expectativas, Avatar levou os Globos de Ouro de Melhor Filme e Melhor Diretor. Pode-se repetir o mesmo que aconteceu no ano de 1997, quando Titanic desbancou o então favorito Los Angeles – Cidade Proibida e abriu caminho para a vitoriosa noite do Oscar. Enquanto isso nas bilheterias pelo mundo, Avatar caminha a passos largos para tirar de Titanic a posição de filme com a maior arrecadação da história do cinema.
 

 



Acabou-se a alegria dos fãs do Emo-Aranha. Não apenas Sam Raimi foi afastado da série, como a Sony Pictures planeja um reboot. A idéia agora será mostrar um Peter Parker adolescente, que combate o crime ao mesmo tempo em que toma bomba de química e leva fora das garotas da escola. Sam Raimi, os roteiristas e a produtora não estavam se entendendo. Se por um lado, o cineasta batia o pé porque queria o Abutre como vilão, lhe chegavam às mãos scripts com Peter e Mary Jane se casando e tendo um filho. Ou seja, queriam repetir o mesmo erro de Superman Returns. E por mais old school que eu possa ser, não quero que o próximo vilão de um filme do Aranha seja um velho careca numa fantasia de galinha verde. Agora eu até entendo porque aquele Duende Verde estilo seriado super sentai existe pra início de conversa. Sam Raimi é um xarope. O seu negócio é parodiar gêneros ou copiar os irmãos Coen.

TOMARA QUE FAÇAM DIREITO DESTA VEZ !!!

A atitude da Sony é louvável, mesmo que por trás dela estejam somente interesses financeiros. Levar Peter Parker de volta ao colégio é uma estratégia para aproximar essa franquia de outras como Harry Potter e Crepúsculo. Pessoalmente, acho que deveriam ter feito isso desde seu começo. Os filmes até agora desperdiçaram um potencial enorme e chegando ao terceiro capítulo, não há lugar para ir. Levando tudo de volta ao início, tramas clássicas e personagens importantes poderão ser melhor trabalhados ao longo de vários filmes. Me perdoem os que gostam, mas nas mãos de Raimi, a série já nasceu condenada só por estragar o arco da morte de Gwen Stacy e transformar a Mary Jane num pudim de lágrimas saído de alguma novela das seis.

ENTRE A RUIVA E A LOIRA : EMO CHORÃO É TEU PASSADO

A Sony planeja um novo filme em 3D e gastando menos do que Sam Raimi torrou em Homem-Aranha 3 – que custou absurdos 258 milhões de dólares. Fora que esses três filmes sempre trouxeram cenas de ação péssimas e efeitos especiais bem abaixo do esperado. A lista de opções do estúdio para a vaga de diretor é composta de nomes de peso, como James Cameron ou David Fincher (embora a chance deles aceitarem seja muito remota), além de outros como Ninród Antal (do suspense Temos Vagas e do esperado Predators) e Marc Webb do ótimo (500) Dias com Ela, que ao menos iria caprichar no aspecto romântico do filme e também na trilha sonora esperta. De princípio, ele é a minha escolha para o cargo. Vamos ver o que mais aparece por aí.

INIMIGO DO JASPION NUNCA MAIS !!!

 

LET’S FACE IT. NENHUMA ADAPTAÇÃO DO HOMEM-ARANHA É INTEIRAMENTE VÁLIDA SE NÃO TROUXER A ANTOLÓGICA CENA MOSTRADA ABAIXO :